Notícias do Esporte
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– Professor, doutor, Antonio Carlos na mídia.


1ª ETAPA DO TROFÉU BRASIL


"Hoje é um dia de chuva inimparável." Foi assim que o locutor animador de festa definiu o dia de ontem em Santos. E de fato a prova inteira foi debaixo d´água. Ainda bem que eu estava com roupa de borracha, e já fui pra prova vestido nela, tomando chuva sem me molhar.
Arruma isso e arruma aquilo, acabei indo pro balizamento sem me aquecer direito. Assim que fui atravessar a arrebentação me distraí com o óculos e acabei perdendo a esteira dos 5 primeiros. E nadar com roupa de borracha ainda é um caos. Preciso melhorar isso! Apesar disso consegui nadar bem e saí da água em 6º lugar dos 26 atletas que competiam na categoria de 25 a 29 anos. Essa é uma das categorias mais fortes no triathlon, e ter finalizado em 7º lugar me encheu de motivação para buscar o pódio nas próximas provas.
E agora mesmo, conferindo os resultados para postar aqui, acabo de me dar conta de que mesmo com a chuva fiz o meu melhor tempo no Troféu Brasil. No ano passado eu tinha acabado a prova com 1:06:59 e ontem tive a alegria de fazer 1:06:15. Aeewww!!!! Caramba!!! Essa eu não tinha reparado!!! Voltando de lesão, fiz a prova pro meu melhor tempo. E o melhor de tudo é que não senti nenhuma dor! Agradeço demais a todos que me ajudaram nessa conquista, especialmente ao professor Antonio Carlos Gomes por ter me passado uma série muito simples mas muito funcional de fortalecimento de panturrilha! Muitas vezes o segredo está na simplicidade.

Fonte: http://angeloborim.blogspot.com/

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Curso Internacional de Treinamento Desportivo em Moscou


O prof. Dr. Anonio Carlos Gomes, Esta em Moscou desde o dia 18 de Janeiro de 2011 participando do Curso Internacional de Treinamento Desportivo com mais 14 professores brasileiros. Eles retornam ao Brasil no dia 4 de Fevereiro próximo


Este curso acontece a cada ano no mês de Janeiro e tem o objetivo oportunizar os professores brasileiros a vivenciarem esta escola do Leste Europeu que detem muitos estudos e experimentos científicos na área do esporte de alto rendimento.

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Curso de Formação de Técnico de Triathlon faz imenso sucesso no Paraná


Aconteceu nos dias 25 e 26 de setembro de 2010, o Curso de Formação de Técnico de Triathlon – Nível I, em Londrina – Paraná. A organização do evento é da Sport Training em parceria com a Confederação Brasileira de Triathlon (CBTri) e foi realizado no auditório do SEST/SENAT na Rua Santa Terezinha, 1377, Vila Santa Terezinha.

O objetivo do curso, de acordo com o diretor técnico da CBTri, Marco Antonio La Porta, é o intercambio de informações entre os técnicos. A Confederação Brasileira de Triathlon (CBTri) oferece a oportunidade para os técnicos de aprender mais sobre o assunto. “Todo o conhecimento que não tem nos livros a gente trás pra cá”, falou La Porta.

A palestra é voltada para profissionais da área de Educação Física que pretendem trabalhar como técnico oficial na modalidade de triathlon. O coordenador do evento Prof. Dr. Antonio Carlos Gomes enfatizou a importância do curso, ao afirmar que “os alunos poderão adquirir novos conhecimentos na área.”


A carga horária foi de 20 horas/aula e a entrega de certificados foi feita pela CBTri no final do evento. O público presente na palestra foi satisfatório de acordo com a coordenação do evento que contou com a presença de 45 professores. O Prof. Dr. Antônio Carlos Gomes disse que todas as expectativas em relação ao curso foram alcançadas. “Foi realizado um questionário para avaliar vários aspectos do curso, como: estrutura física, coffe black, refeições, atendimento, inscrição, conteúdo do curso e etc. Os questionários serão analisados estatisticamente na sequência, mas ao ler se verificou um nível de avaliação altíssimo de forma positiva na realização do evento”, disse. “O curso aconteceu em uma estrutura do SEST/SENAT em sala de aula com ar condicionado, cadeiras oficiais de universidade, toda estofada com ótimo conforto. Os alunos receberam o material de curso (conteúdo) e uma pasta cedida pela Confederação, onde a organização cedeu todo o conteúdo da mesma, blocos de papel, caneta, um livro sobre reflexão da área de exercício e outros brindes”, acrescentou. Segundo ele, na estrutura foi cedido ainda o lanche nos quatro períodos de curso, além de almoço a todos os participantes nos dois dias. Durante o curso foi lançado o livro novo do prof. Antônio Carlos Gomes sobre carga de treinamento nos esportes, além da nova tecnologia que trata do Monitoramento e Controle da Frequência Cardíaca dos Atletas, principalmente nas provas de corrida. Detalhes podem ser conferidos no site: www.antoniocgomes.com - programa chama-se SYS TRANER.


Fonte: http://www.cbtri.org.br/ver_new.asp?tipo=noticias&id=2780&pos_menu=

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Prof. Dr. Antonio Carlos Gomes concede entrevista à Folha de Londrina sobre a preparação para os Jogos Olímpicos de 2016

Clique na imagem para baixar o pdf.




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Ronaldo está pronto para voltar a jogar!

Depois de um longo tempo de recuperação, dores no corpo, aumento e perda de peso, Ronaldo, enfim, encontra condições de voltar a jogar. O Fenômeno foi liberado pelo departamento médico e pelos profissionais que cuidam de sua preparação para atuar por pelo menos 45 minutos na partida do próximo domingo, contra o Avaí, em Florianópolis. Ronaldo treinou nesta quarta. Clique aqui e confira as imagens. - Ele já reúne condições de atuar em parte do jogo, pelo o que está treinando, mostrando que está bem de saúde, bem fisicamente. Para uma atividade mais intensa, no momento, ele está liberado, não tem nada que impeça ele de jogar - disse o fisiologista do clube, Antônio Carlos Gomes, ao LANCENET! .

Fonte: http://www.lancenet.com.br/corinthians/noticias/10-08-11/806003.stm?futebol-ronaldo-esta-pronto-para-voltar-a-jogar




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Fisiologista breca volta de Ronaldo contra Flamengo

O Corinthians vive a expectativa pelo retorno de Ronaldo aos gramados. O jogador ficou longo período afastado e, após treinar com todo o grupo, ganhou confiança para jogar, o que poderia acontecer até contra o Flamengo, no próximo fim de semana. No entanto, o fisiologista do clube, Antônio Carlos Gomes, pediu paciência. "Ele está recuperado, mas ainda não há uma previsão de retorno contra o Flamengo. É preciso ter calma, não podemos nos precipitar, não podemos correr riscos desnecessários", afirmou. O jogador continua visivelmente acima do peso ideal, mas aos poucos consegue retomar as atividades. Para Antônio Carlos, isso é um sinal de evolução, mas não é o bastante para confirmar seu retorno. "Ele iniciou bem a semana de treinos, hoje (terça-feira) treinou em dois períodos, mas teremos uma posição mais concreta no fim da semana. Foram três ou quatro treinos até agora. Agora é que ele vai começar a ficar dolorido devido aos treinos com bola", explicou Carlos Gomes. Apesar de ser contra o retorno do ídolo corintiano, o fisiologista prefere deixar a decisão para o técnico Adilson Batista. "É o treinador que vai decidir, mas ele deve avançar um pouco mais antes de jogar", concluiu.

Fonte: http://esportes.terra.com.br/futebol/brasileiro/2010/ultimasnoticias/0,,EI15406-SUQ,00.html




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Corinthians contrata consultor científico

A direção do Corinthians contratou nesta sexta-feira um consultor científico para o departamento de futebol profissional. O Prof. Dr. Antonio Carlos Gomes irá cuidar de um projeto estratégico de condicionamento físico dos atletas baseado em avaliação, planejamento e controle de treinos. O Prof. Antonio Carlos é muito conhecido no meio esportivo nacional e internacional, já preparou inúmeros atletas e equipes, tem formação na Universidade Nacional de Educação Física de Moscou é autor de vários livros na área da preparação física em especial do futebol. O professor já prestou este serviço durante oito anos no Clube Atlético Paranaense, onde participou dos títulos brasileiros de 2001, o vice campeonato brasileiro de 2004 e o vice da Libertadores das Américas em 2005. Atualmente é consultor do Comitê Olímpico Brasileiro.

“A consultoria será importante”. Já existe em outros clubes, e vamos adotar esse modelo, comentou Mano Menezes.


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Prof. Dr. Antonio Carlos Gomes concede entrevista à Revista russa

Prof. Dr. Antonio C. Gomes concede entrevista à Revista russa chamada Esporte de Moscou e fala sobre as providências que o Brasil deve tomar para a realização dos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro em 2016. O tema da entrevista é "Olimpíada em Ritmo de Samba".



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Especialistas discutem a influência da ciência e da tecnologia no esporte

Manuel Alves Filho
Fotos: Luís Paulo Silva Edição das imagens: Everaldo Silva e Rádio e Televisão
Unicamp (RTV)


[17/6/2010] Embora ainda encontre resistências, o uso da ciência e da tecnologia pelo esporte já começa a mudar o conceito de treinamento. A afirmação foi feita nesta quinta-feira (17) pelo professor Antonio Carlos Gomes, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), durante o simpósio “Ciência e Tecnologia em Esportes”, promovido pelo Centro de Estudos Avançados (CEAv) e Faculdade de Educação Física (FEF) da Unicamp. Segundo o docente, dados obtidos com a ajuda de recursos tecnológicos têm colaborado para planejar melhor a preparação dos atletas, o que tem refletido positivamente no rendimento deles. “Entretanto, ainda temos muito que avançar nesse campo. Nós já conseguimos testar, medir e avaliar a capacidade dos atletas, mas ainda precisamos ampliar a aplicação desse conhecimento, de modo a aprimorar os treinamentos”, considerou.

O evento, realizado no Centro de Convenções da Universidade, reuniu docentes, estudantes e pesquisadores, todos interessados em debater a questão do uso da ciência e da tecnologia na área. Conforme Gomes, a despeito de contribuir para orientar o trabalho dos atletas, visando à melhoria do rendimento, o suporte tecnológico ainda enfrenta resistências, principalmente por parte de técnicos e preparadores físicos. “O que ocorre é que esse tipo de recurso revela aspectos que até então eram desconhecidos. Ao gerar dados relacionados ao posicionamento, movimentação e distância percorrida por um jogador de futebol durante a partida, por exemplo, a tecnologia pode demonstrar que o treino está refletindo pouco na competição ou que, apesar da vitória, o time cometeu falhas durante a partida”, explicou.

Em sua fala, o professor da Unifesp assinalou, ainda, que a preparação dos atletas tem exigido cada vez mais uma abordagem multidisciplinar. “A educação física, a fisiologia ou a medicina esportiva não dão conta de explicar de forma isolada as variáveis presentes na prática esportiva”, disse Gomes. No transcorrer das duas mesas de debates do simpósio, foram apresentadas diversas pesquisas acerca do emprego da ciência e da tecnologia no esporte. Pietro Cerveri, professor do Instituto Politécnico de Milão, na Itália, falou de quatro estudos que desenvolve na área do movimento humano. Um deles, demonstrou, contribuiu para a criação de um eficiente protótipo de prótese de membro superior.

Siome Goldenstein, docente do Instituto de Computação (IC) da Unicamp, discorreu sobre a técnica da Visão Computacional, que integra a área da Computação Visual. Ele destacou que por meio do registro de imagens e da utilização de softwares específicos é possível apurar dados como velocidade média desenvolvida pelos atletas, posição que cada um ocupava em dado instante do jogo e até mesmo a capacidade de arranque de um determinado jogador, entre outros aspectos. “Com essa massa de informação, pode-se avaliar o desempenho individual ou coletivo de uma equipe e, se for o caso, adotar medidas para corrigir as falhas identificadas”, detalhou.

O coordenador-geral da Unicamp, professor Edgar Salvadori De Decca, que participou da mesa de abertura do simpósio, classificou o evento como uma demonstração de que o esporte é considerado um tema relevante pela Universidade. “Essa postura é comum em outros países, mas ainda precisa avançar nas universidades brasileiras”. Ele lembrou que um dos grupos de estudos constituídos no âmbito do CEAv trata justamente dessa área do conhecimento. “Nos próximos seis anos, o Brasil organizará dois eventos extremamente importantes, as Olimpíadas e a Copa do Mundo. Nossa disposição é de colaborar para o desenvolvimento do esporte no país, não somente objetivando o alto rendimento, mas também a valorização da prática esportiva como elemento de congraçamento, de criação de laços de solidariedade e de ampliação da qualidade de vida da população”, completou.

Fonte:http://www.unicamp.br/unicamp/divulgacao/2010/06/18/especialistas-
discutem-a-influencia-da-ciencia-e-da-tecnologia-no-esporte



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Prof. Antonio Carlos Gomes Participa Do Seminário De Esportes Do Comitê Olímpico Brasileiro E Da Sua Opinião
Sobre Os Jogos Olímpicos De 2016

Marcus Vinícius Freire, do COB, participou do Seminário Nacional de Esportes e disse que o conselho veio daqueles que já viveram a experiência de organizar Jogos Olímpicos e ajudaram na preparação de equipes nacionais. Se o Brasil quiser conquistar um número maior de medalhas nas Olimpíadas do Rio, em 2016, e seguir entre as maiores potências nas edições posteriores, terá de mudar a forma de pensar o esporte. O investimento em técnicos de qualidade, associado ao uso tecnológico e da ciência no aprimoramento dos atletas terá que ser feito. E rapidamente. Essa foi a conclusão de especialistas dos Estados Unidos, Grã-Bretanha, Canadá e Austrália, durante as palestras dadas nesta quarta-feira, no Seminário de Desenvolvimento Esportivo do Comitê Olímpico Brasileiro (COB).

No momento, o maior desafio do planejamento é detectar e mapear os talentos potenciais. Para isso, o COB criou o Laboratório Olímpico, que funcionará no Parque Aquático Maria Lenk e terá Antonio Carlos Gomes como consultor. Mestre em Treinamento Desportivo, o ex-atleta dos 110m com barreiras e do salto em distância se mudou para a antiga União Soviética em 1988. Trabalhou e estudou no Leste Europeu por 11 anos e de lá trouxe preciosas lições.

- Nós vamos muito no talento, na alegria, mas chega uma hora que falta algo para ajudar no resultado. E a ciência pode ajudar. O esporte de alto rendimento é difícil de ser praticado no país. O Brasil tem pagode, praia, muita música. Na Rússia, o camarada entra no ginásio para fazer alguma coisa porque senão ele enlouquece com os nove meses de neve. Quando vêm aqui, ficam loucos ao verem tantos talentos. Nós precisamos sair do empirismo que reina no nosso esporte. Temos que implantar de vez um programa de busca de talentos em Universidades, escolas, etc e tal. Temos uma guerra daqui a cinco anos e meio e não temos tempo - disse.

A ideia é que o Laboratório possa fazer um levantamento dos atletas que terão condições de estar entre os oito primeiros do mundo em 2016. A faixa etária a ser pesquisada será entre 16 e 19 anos. Todos serão testados, medidos, avaliados fisiologicamente, do ponto de vista biomecânico e genético, além de serem comparados com a realidade internacional.

- Precisamos saber qual distância que o atleta em formação está com relação ao de elite. As Confederações não podem perder tempo com aqueles que não chegarão entre os cinco, oito primeiros do mundo. Precisamos diminuir os erros o máximo possível porque o tempo é curto. Um treinador pode chegar a 11 ciclos olímpicos na carreira e terá a chance de formar campeões durante todo este tempo. Mas um atleta, às vezes, pode ter apenas um. Para o consultor, também há a necessidade de ser revisto o hábito de os atletas no Brasil competirem quase todo fim de semana. Segundo Antonio Carlos, nos primeiros dois anos de um ciclo olímpico é preciso se dedicar a um tempo maior de treinamento.

- Talvez tenhamos que aperfeiçoar o sistema e criar uma cultura esportiva. Temos a prática de poucos esportes no país. Também não há uma política de esportes unificada. Também vamos depender muito de investimento para realizar este processo. Na tentativa de dar sua contribuição no projeto, o Ministério do Esporte está fechando um conjunto de medidas que deverão ser anunciadas em breve. Segundo Marco Aurélio Klein, diretor do Departamento de Excelência Esportiva da Secretaria Nacional de Alto Rendimento, uma das mudanças diz respeito ao programa Bolsa-Atleta, que poderá beneficiar atletas que têm patrocínio individual. Na área tecnológica, está sendo estudada a possibilidade de ser fechado um convênio com as Confederações, a exemplo do que foi feito no Canadá para os Jogos de Inverno de Vancouver.

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FootballSystem: juntando conhecimento e tecnologia

Eduardo Fantato
fantato@universidadedofutebol.com.br

Para que um recurso tecnológico se torne eficiente e utilizável, ele precisa essencialmente do conhecimento específico

Olá, amigos!

Nesta terça-feira abro espaço para falar de um caso que ilustra muito o que sempre argumentamos sobre a tecnologia ser desenvolvida essencialmente através do conhecimento do profissional que conhece o esporte.

Desde os tempos de faculdade - como alguns devem saber, sou formado em Educação Física -, quando o assunto era treinamento esportivo, uma série de nomes russos formavam a base bibliográfica desse conhecimento. Uma Ciência do Treinamento Desportivo. Dentre esses nomes, era frequente um tal de Antonio Carlos.

“Pera aí”, amigo, o colunista não enlouqueceu. Eu sei que vocês esperavam eu dizer algo terminado com o sufixo oviski ou algo similar, afinal estou falando de russo. Mas é Antonio Carlos mesmo.

Genuinamente russo. Ao menos em sua fundamentação teórica sobre o treinamento desportivo.

Falo do professor Antonio Carlos Gomes. Para quem é do meio, imagino não precisar de apresentações, mas refresquemos a memória: professor que desenvolveu grande parte de sua carreira acadêmica na Rússia, tendo passagens por Olimpíadas e outras competições internacionais e mais recentemente marcado pela sua trajetória vitoriosa como diretor técnico e cientifico do Atlético Paranaense.

Bom, não sou agente nem empresário de tal professor, ainda que tenha tido o privilegio de conhecê-lo e ouvir um pouco de suas boas histórias. Para quem não o conhece, além de conhecimento, possui o dom também de contar bons causos.

Mas e o que isso tem a ver com tecnologia e futebol ? Simples. Quando dizemos que algumas áreas do futebol já possuem certo avanço em termos de tecnologia, talvez a dimensão da preparação física esteja entre essas um pouco mais adiantadas. Afinal, muitos profissionais lançam mão de recursos tecnológicos para predizer, armazenar, tabular e organizar seus processos de treinamento, testes e avaliações. E aí já aparece um grande passo para a boa utilização da tecnologia, o processo, a organização das ações e conhecimento em busca de otimizar os resultados.

Nesse ponto, ainda que possam existir algumas divergências, o professor Antonio Carlos Gomes é uma das referências quando se fala em planejamento e periodização do treinamento. Haja vista os livros e palestras que se espalham pelo Brasil afora. E agora transfere seus conhecimentos para um sistema (software) direcionado ao futebol, com base nos seus anos de estudos e em dados peculiares a modalidade.

Essa transferência de conhecimento, e esse é o termo que devemos usar mesmo, pois para que um recurso tecnológico se torne eficiente e utilizável, ele precisa essencialmente do conhecimento específico. E este, com todo respeito ao excelente trabalho dos engenheiros de computação e sistemas, que não é nada mais além do que um simples (ou um complexo) recurso, se não tiver por trás as informações, os dados e frutos de pesquisas de um profissional, ou um grupo desses, não sai do escopo de um aparato tecnológico para uma tecnologia a serviço do futebol.

É por essa significativa junção do conhecimento com a tecnologia que abri o espaço para a divulgação desse sistema. Confesso-me empolgado pela vivencia na prática daquilo que há um certo tempo defendemos sobre a importância do profissional no desenvolvimento das inovações. E para quem quiser ver um pouco desse fruto, vai a indicação para download:



DOWNLOAD


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